Dados como registros, comprovantes de transferências e contratos são elementos essenciais no nosso sistema econômico, político e legal, visto que estabelecem padrões e limites nas empresas, caracterizam eventos, indivíduos e ações, além de serem responsáveis por guiar a interação entre nações e governos.

Entretanto, toda a complexidade e burocracia imposta para administrar esses registros não acompanharam — até então — o ritmo da evolução tecnológica que, entre todos os setores, tem revolucionado também a economia no mundo inteiro. Assim, a forma como o mundo interage com esses dados precisa, urgentemente, ser atualizada.

A tecnologia blockchain, que ganhou notoriedade com o advento do bitcoin, pode ser a chave para simplificar esses processos, uma vez que é um sistema totalmente online e que funciona como um livro aberto e distribuído, podendo fazer registros de operações entre duas partes de forma totalmente autêntica, eficaz e permanente.

Assim, com o blockchain, pode-se vislumbrar uma realidade em que comprovantes, contratos e afins são armazenados em bancos de dados públicos e totalmente transparentes, sendo, ainda, protegidos contra exclusões e fraudes.

Nessa realidade, todos os processos e atividades possuem chaves de autenticação que são sincronizadas em máquinas no mundo inteiro. Indo mais além, o blockchain pode eliminar a necessidade de intermediários, como corretores e banqueiros, fazendo com que usuários, companhias e até mesmo máquinas possam realizar operações livre e diretamente.

No post de hoje, falaremos mais a respeito dessa tecnologia que promete revolucionar a economia e a interação entre entidades. Acompanhe!

O que é blockchain?

Muitos conhecem o blockchain como a tecnologia por trás do bitcoin e outras criptomoedas, visto que foi justamente para isso que foi criado. Mas, apesar de ele estar, de fato, ligado diretamente às moedas virtuais, esse poderoso recurso vai muito além.

No contexto do bitcoin, ele é um tipo de banco de dados descentralizado no qual ficam memorizadas todas as informações relacionadas às negociações realizadas na criptomoeda. O diferencial é que esse banco de dados é acessível a todos os usuários da rede. Assim, a partir do seu próprio computador, é possível visualizar, por exemplo, um registro de transação feita entre um usuário da Rússia e outro do Canadá.

Apesar de esse sistema contar com registros públicos, não é possível saber quem foram os negociantes, já que tudo é criptografado. Dessa forma, apenas sabe-se que aquela operação foi realizada e registrada permanentemente no livro-razão — que será apresentado no tópico seguinte.

Inclusive, não existe possibilidade de desfazer as operações realizadas na rede após serem contabilizadas pelo sistema, já que elas vão automaticamente para as diversas máquinas da rede ao redor do mundo.

Como funciona a tecnologia blockchain?

A base dessa tecnologia foi o desenvolvimento de um meio de registrar todas as operações realizadas entre os usuários do sistema em uma espécie de livro digital. Isso é possível por meio de blocos de código conectados, como o próprio nome deixa claro.

Esses blocos de código são criptografados, mas todos os usuários dessa rede têm acesso a esses arquivos. Dessa forma, todos podem acessar, mas não necessariamente entender os detalhes particulares das transações por conta da criptografia.

Análise

A cada dez minutos, ocorre a liberação de um “lote” de transações — ou seja, um bloco. Nesse momento, as máquinas que estão integradas ao blockchain são utilizadas para que o sistema verifique os dados gerados nesse intervalo de tempo e ateste a veracidade deles.

Se tudo estiver correto, esse bloco de registros é adicionado aos demais e nunca mais poderá ser modificado por usuário nenhum, nem mesmo os envolvidos na transação. Como os dados são públicos, as máquinas realizam a sincronia livremente criando uma cópia do registro em cada um dos computadores conectados. Por fim, todos podem ser testemunhas do ocorrido, o que dá confiabilidade ao sistema.

Mineração

Uma questão importante é quanto à permissão dos usuários para emprestar suas máquinas à rede. O que ocorre nesse aspecto é o que chamamos de mineração.

Os usuários que cedem poder de processamento ao blockchain são recompensados com moedas virtuais — como o bitcoin, por exemplo. Hoje, como uma forma de aumentar a rentabilidade da mineração, muitos investem em equipamentos caros e potentes especificamente para essa tarefa, inclusive empresas.

Chaves

Quando dois usuários realizam uma transação pela internet utilizando o bitcoin ou outra criptomoeda, por exemplo, cada uma delas possui duas chaves (uma pública e uma privada) e cada uma delas conta com criptografia — SHA-256, no caso do bitcoin.

Nesse âmbito, ao comparar uma operação em bitcoin com um banco tradicional, pode-se dizer que a chave pública equivale aos dados públicos, como agência e número da conta. Enquanto isso, os dados da chave privada são comparáveis a uma senha de conta, por exemplo. Claramente, ainda que se tenha a chave pública, sem a chave privada não é possível ter acesso aos fundos.

Hash

A partir dessas chaves é gerada uma assinatura digital única, composta por letras e algarismos, que dá ao proprietário dos fundos o devido acesso. Ou seja, o hash passa a ser um meio de representar os dados da operação de uma forma resumida.

Na estrutura de funcionamento do blockchain, esse processo de resumo das informações é fundamental, visto que a rede trabalha associando essas assinaturas aos blocos de código. Sendo assim, caso haja alguma alteração nos dados daquele hash, sua assinatura também será alterada.

Ledger

Sucintamente, o ledger é o livro-razão da rede. Ele é a parte mais transparente do blockchain e também é onde os registros de transações são armazenados.

Vale lembrar que as informações gravadas nele são permanentes, ou seja, quando algo é gravado, não é mais possível alterar ou deletar.

Quais são os benefícios do blockchain?

O blockchain foi uma tecnologia desenvolvida juntamente com o bitcoin, mas nos últimos tempos seus benefícios vêm sendo estudados e aproveitados em diversas aplicações além das criptomoedas por conta dos seus benefícios. Entre eles, podemos ressaltar:

Segurança

A segurança foi uma das chaves para o enorme sucesso do bitcoin. Visto que o blockchain não permite alterações nos dados após o registro no ledger e que todos os membros da rede também podem verificar a legitimidade das operações, os usuários podem ter a confiança de que as negociações fechadas são autênticas e sem fraudes.

Privacidade

Ao mesmo tempo em que os dados são assim tão disponíveis para os integrantes da rede, também é possível manter a privacidade dos negociantes. Ao realizar uma operação, o usuário pode optar por ocultar seu endereço, fazendo com que não seja possível identificá-lo. Ainda assim, a validação do bloco é feita sem qualquer tipo de perda de confiança, já que os detalhes da transação em si continuarão públicos.

Transparência

Quando o bloco é validado, os detalhes da transação são registrados permanentemente no livro-razão, tornando os dados públicos e atestando a sua legitimidade de modo simples e automático.

O blockchain é realmente seguro?

É comum se preocupar em relação à segurança do blockchain, dado que, se um sistema tão transparente como esse possuir alguma brecha de segurança, ele pode facilmente ser alvo de crackers — que são diferentes dos hackers —, trazendo consequentemente sérios problemas para os envolvidos.

Para compreender o funcionamento da segurança dessa tecnologia, é preciso ratificar o que já foi falado até aqui. Cada operação efetuada recebe um código de identificação exclusivo, ou seja, uma assinatura digital. Esse código é verificado pelos próprios membros da rede, e a atividade precisa ser aprovada por todos eles para que, enfim, seja adicionada ao livro-razão do blockchain.

Todo controle de autenticidade dessas informações é feito pelos próprios membros da rede, conhecidos como mineradores. Inclusive, essa é uma das principais etapas antifraude, sendo, portanto, de extrema importância para a segurança da rede.

Além disso, cada bloco precisa ter não apenas a sua própria assinatura, mas também a assinatura digital do bloco anterior. Essa técnica dificulta ainda mais o trabalho dos hackers, já que, para acessar os dados contidos em determinado bloco, seria necessário quebrar a criptografia, tanto do seu próprio hash, quanto a do bloco anterior.

Já que todos os blocos são ligados um ao outro — como em uma corrente — esse processo teria que ser feito em todos os blocos já registrados até hoje, o que seria um processo praticamente infinito.

Além de tudo isso, para que fosse possível fraudar os dados registrados no sistema, seria preciso realizar essa alteração em todos os computadores ligados à rede e com um equipamento que superasse a capacidade de todas essas máquinas juntas — algo simplesmente impraticável nos dias de hoje.

Assim, toda essa segurança que o blockchain possui tem atraído não apenas os adeptos às criptomoedas mas também corporações — e até mesmo instituições governamentais têm demonstrado interesse e investido na tecnologia.

Esse interesse não ocorre unicamente por conta da proteção de informações, mas também porque, ainda que conte com um ótimo sistema de compartilhamento, as instituições não precisam deixar de lado o controle necessário sobre os seus dados.

Quais são as possibilidades além do bitcoin?

Desde que foi criado — há quase 10 anos —, o blockchain sempre esteve associado ao bitcoin e à área das criptomoedas. Entretanto, isso não quer dizer que a tecnologia precisa continuar a ser vista dessa forma, já que as possibilidades são diversas e muitos já a enxergam como um elemento fundamental na criação de novos sistemas para o compartilhamento e armazenamento de dados muito mais seguros e eficazes.

Sendo assim, há uma grande tendência para que, daqui para frente, a ideia do desenvolvimento de redes de informações públicas e descentralizadas se torne algo muito mais comum e talvez até inevitável, o que certamente transformará a maneira como negociações podem ser feitas.

Um bom exemplo a ser citado é a grande consideração que existe hoje sobre a internet. A web que conhecemos é vista como o meio mais eficiente de trocar e transmitir informações com pessoas ao redor do mundo inteiro em questão de segundos. Com a ascensão do blockchain, essa realidade pode mudar.

O mundo financeiro é um meio em que já é possível ver nitidamente os efeitos do blockchain. A expectativa para os próximos anos é que essa tecnologia ajude a simplificar a forma como os sistemas bancários funcionam, reduzindo drasticamente a probabilidade de fraudes.

Além disso, a tecnologia pode auxiliar diversas outras áreas a evoluírem, não apenas as relacionadas diretamente ao mundo financeiro. Com o blockchain, também é possível compartilhar diversos outros arquivos como música, vídeo, documentos e até votos de uma eleição, por exemplo.

Além de toda segurança, eficácia e transparência, a tecnologia do bitcoin também é útil em outro aspecto: a dispensa de intermediários nas operações. A ideia é que seja possível compartilhar informações ou realizar compras de forma direta, sem a necessidade de corretoras e bancos, com as suas diversas tarifas desagradáveis.

Com essa metodologia, surgem diversas possibilidades de uso do blockchain, como o armazenamento e compartilhamento de registros de veículos e imóveis, documentos pessoais (passaportes e carteiras de habilitação, por exemplo), prontuários médicos, certificados e históricos dos mais variados tipos.

Portanto, ao utilizar o blockchain nos diversos setores industriais, seria plenamente possível mapear e autenticar toda e qualquer informação digital de maneira completamente nova, com segurança, acessibilidade e altíssima disponibilidade, visto que os dados estariam presentes em máquinas do mundo inteiro.

Entretanto, apesar do grande potencial e expectativas, é preciso notar que ainda não há uma garantia de implementação de todos esses serviços baseados em blockchain no nosso cotidiano, ficando por nossa conta acompanhar as novas ideias e soluções que têm surgido — ou, então, desenvolvê-las.

Como o blockchain pode acelerar os negócios?

A tecnologia na evolução dos negócios

Desde a popularização dos computadores pessoais e smartphones ocorrida no início do século, novas formas de agregar valor a produtos, serviços e até mesmo à geração de novos empregos surgiram. Tudo isso proporcionou, além da melhoria de serviços já existentes, a criação e gestão de modelos de negócios que nem existiam até então.

Entre alguns desses exemplos de novos modelos de negócio, podemos citar:

  • serviços de streaming de mídia que são vendidos em assinaturas — como Spotify, Deezer e Netflix;
  • plataformas de negociação — como Mercado Livre e OLX;
  • serviços de transportes — como Uber e Cabify.

Esses exemplos nos mostram o grande potencial que o mundo digital possui, aproximando, em muitos casos, os prestadores de serviços (ou vendedores de produtos) dos seus compradores. Assim, pode-se estreitar o relacionamento com o cliente e agregar ainda mais valor ao produto oferecido. Nos casos vistos acima, vemos que a fórmula funcionou muito bem.

Além de tudo, o que ocorreu em todos esses casos foi o aproveitamento de uma ideia e do poder da inovação e tecnologia para explorar novos horizontes, criando soluções e atendendo às necessidades do público.

Esse fenômeno pode, inclusive, ser aproveitado tanto no desenvolvimento de novas ideias em startups — o empreendedorismo, como conhecemos —, quanto na integração em serviços já existentes em empresas tradicionais ou na implementação de novos recursos nesse tipo de companhias.

O papel do blockchain

Nesse âmbito, o blockchain pode ser visto como um meio de impor grandes e revolucionárias mudanças em variáveis — como estrutura de custos, sistemas de distribuição e relação cliente-empresa — e na eliminação de intermediários e suas taxas nas operações.

Além disso, o verdadeiro poder da tecnologia pode ser ainda maior quando somado entre diferentes empresas para desenvolver soluções práticas e inteligentes.

Nesse sentido, um exemplo relevante e prático que mostra como o blockchain pode ser útil na criação de serviços mais eficazes e que envolve diferentes instituições é:

João é um motorista que trabalha em São Paulo e presta seus serviços por meio de um aplicativo de táxi. Ele é um ótimo profissional e conta com uma pontuação bastante positiva na plataforma. Agora, João deseja comprar um novo veículo para que possa oferecer um serviço ainda melhor aos seus clientes, mas, além de possuir recursos limitados para isso, precisar comprovar a posse e validade de alguns documentos.

Atualmente, as companhias fabricantes de veículos funcionam sem relação direta com as instituições como bancos, seguradoras e agências do governo.

Entretanto, se o setor automobilístico muda a sua perspectiva ao olhar para o mercado, é possível, por exemplo, ter diferentes insights e enxergar novas oportunidades de negócio, impulsionando a economia inteligente.

Com essa abordagem inteligente, o João do exemplo acima poderia se beneficiar de algumas formas. Primeiramente, ao perceber que a nova geração tem comprado menos veículos e optado por utilizar aplicativos de táxis e compartilhamento de transportes do gênero, as fabricantes de veículos enxergariam o mercado sob uma nova perspectiva, criando contratos inteligentes para a negociação com a plataforma de serviço utilizada pelo João.

Com um contrato desse tipo, seria mais simples firmar uma parceria com outras companhias e conceder empréstimos e descontos a motoristas bem qualificados. Além disso, como o João precisaria comprovar diversos documentos, o blockchain também seria útil nessa tarefa, como já sabemos.

Casos reais de aplicação da tecnologia blockchain

Depois de falarmos sobre uma situação hipotética, veja a seguir alguns casos em que o poder do blockchain já está, de fato, sendo utilizado:

Custos de segurança marítima

A multinacional EY Insurance Advisory Practice tem experimentado o poder da tecnologia do blockchain ao modernizar as indústrias para as quais presta serviços de auditoria e transações corporativas. Nesse âmbito, a gigante percebeu que o ramo de segurança marítima precisava de atualizações às quais uma solução em blockchain atenderia perfeitamente.

Assim, para colocar toda a ideia em prática, firmou uma parceria com a Willis Towers Watson e com a A.P. Moller – Maersk. A primeira é uma corretora de seguros que viu no blockchain um meio eficiente de criar contratos inteligentes, agregando mais valor à companhia e ganhando ainda mais confiança dos seus clientes.

Enquanto isso, a Maersk forneceu um caso de aplicação na vida real. Visto que havia uma preocupação diária em relação ao seguro dos navios da companhia, a solução em blockchain se mostrou ideal ao fornecer — em tempo real — informações sobre o status dos navios da companhia aos parceiros envolvidos no serviço, reduzindo, assim, os custos com o serviço de seguro.

Transações no setor hoteleiro

Ao reservar um quarto de hotel online, o usuário vê apenas um resumo de tudo que acontece, havendo operações muito mais complexas por trás do serviço.

De acordo com John Guscic, diretor geral da Webjet, as reservas de quartos de hotel ao redor do mundo geram um mercado de bilhões de dólares. Todos os dias ocorrem milhões de reservas em hotéis e, consequentemente, um número ainda maior de transações, visto que, a cada reserva, aproximadamente 5 serviços diferentes se relacionam, a fim de concluir a operação do usuário.

Nesse processo, por conta da discrepância nos detalhes dos dados e dos números de serviços pelos quais uma requisição de reserva passa, entre 5% e 10% dessas transações sofrem com diferenças monetárias, somando até US$ 10 bilhões perdidos em operações.

Ao utilizar o blockchain, pode-se eliminar a imprecisão dos dados, poupando bilhões e garantindo pagamentos precisos entre as partes envolvidas e evitando que o cliente passe por experiências de reservas perdidas ou incorretas.

Além disso, o blockchain simplifica o processo de pagamento, já que as faturas são processadas e quitadas em tempo real, ajudando a reduzir custos de reconciliação e aumentando a eficácia das operações.

Por fim, a tecnologia também é útil na segurança dos dados, já que a ligação encadeada das operações em blocos no ledger ajuda a reduzir fraudes, ampliando a visão de seriedade e confiança na empresa.

Controle de qualidade de medicamentos

O consumo de produtos farmacêuticos é algo que deve ser tratado com extrema seriedade. Por mais que os consumidores acreditem — ou prefiram acreditar — que o rótulo na embalagem está, de fato, de acordo com a substância presente ali, nem sempre é isso que acontece.

A infeliz realidade é que bilhões de dólares em medicamentos falsificados são produzidos anualmente nos EUA, e isso pode gerar graves consequências para seus consumidores.

A 3M, uma companhia multinacional especializada em materiais e rótulos, possui mais de 55 mil produtos em seu catálogo e, em 2017, seu laboratório voltado para pesquisas corporativas começou a estudar algumas possibilidades de agregação de valor aos seus clientes por meio de serviços digitais e da luta contra a falsificação de produtos do seu portfólio.

A companhia já é a líder de mercado na criação de rótulos não eletrônicos e no ramo da evidência de violações de produtos, mas optou por usar a tecnologia do blockchain para combinar seu controle de qualidade físico com os recursos do mundo digital.

Desse modo, a gigante utilizou protótipos em uma rede blockchain para desenvolver um conceito de solução de rede de fornecimento de etiquetas como serviço que pode auxiliar na identificação de produtos falsos, protegendo seus clientes dos riscos à saúde e aumentando a confiança e qualidade dos seus serviços.

Assim, vemos que, após a jornada de integração dos computadores e da internet à nossa vida pessoal e profissional, a tecnologia continua com seus avanços, e o blockchain tem se mostrado uma plataforma de extrema confiança em uma era que depende tanto de agilidade e segurança nas suas operações.

E você, gostou de conhecer mais sobre o blockchain e seu enorme potencial para o futuro? Então, compartilhe agora mesmo esse conhecimento com seus amigos nas redes sociais!

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